segunda-feira, 13 de maio de 2013





        Amor. Quatro letras apenas foram suficientes para formar essa palavrinha tão sublime, tão contraditória. Não há dicionário que explique os significados e as peripécias do amor. A prova é que é descrito lá como afeição profunda. E… Oh Deus! Bem sabes que vai o amor bem mais além dessa síntese. Será que algum dia há de haver alguém capaz de dissecar este sentimento e colocá-lo, traduzido completamente, num glossário? Não sei.
        Só o que sei é que, enquanto tal acontecimento não sai do imaginário para o real, teremos que ficar com as explicações dos homens. As quais, sabemos todos, foram tornadas, ao máximo, pessoais. Contudo, como dito antes em um filme qualquer, “o amor é o que temos de mais próximo da magia”. E, em minha concepção, talvez esta seja a síntese mais completa que possa existir desse sentimento que nos endoida tanto a cabeça como o coração.